• Mirela Mazzola

Crônicas de Golden Gai

Vielas estreitas e cheias de história compõem o reduto boêmio mais autêntico de Tóquio



Kazu-san: de jovem frequentador a dono de um dos bares da área (foto: Meg Yamagute)


As plantas na porta, quase obstruindo a entrada, guardam um salão minúsculo, escuro e sem janelas. Entre as fotos penduradas na parede, a maior mostra um grupo de amigos em um festival de música e poderia estar em qualquer bar alternativo do mundo. Mas se trata de Golden Gai, o amontoado de vielas boêmias com cerca de 200 estabelecimentos no meio de Shinjuku. Um dos jovens da foto é Kazu-san, hoje um senhor magro, cuja longa barba branca cobre parte do sorriso leve e persistente.


Ele é dono do bar desde os 18 anos, quando deixou uma potencial carreira de músico por uma mulher e uma vida mais estável. Eu provavelmente jamais teria entrado se não fosse a gentileza do proprietário, que regava as plantas quando perguntei se havia um bar de jazz nas redondezas aberto em um domingo à noite. Recebi essa “missão” de um dos clientes da tour guiada que faço pela região – há alguns anos, Golden Gai atrai turistas a despeito dos espaços diminutos e nem sempre convidativos a estrangeiros.


Você pode ler o texto completo de Meg Yamagute, que inclui a etiqueta para frequentar Golden Gai, na edição 1 de Tokyo Aijo. Saiba como comprar a revista digital aqui.




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